quarta-feira, 25 de março de 2026

Devocional do período de 29 a 05 de Abril (Páscoa)

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Domingo, 29 de Março de 2026 – Mateus 21:9 – A humildade do rei - PDF

"E a multidão que ia adiante, e a que seguia, clamava, dizendo: Hosana ao Filho de Davi; bendito o que vem em nome do Senhor. Hosana nas alturas!".

Jesus entra em Jerusalém de uma forma inesperada. Não vem montado em um cavalo de guerra, símbolo de poder e conquista, mas em um jumentinho — símbolo de humildade e simplicidade. Ainda assim, aquele momento marcava a chegada do Rei dos reis. A multidão gritava “Hosana!”, estendia mantos e ramos pelo caminho. Eles reconheciam, mesmo que parcialmente, que algo grandioso estava acontecendo. No entanto, muitos esperavam um líder político poderoso, alguém que se impusesse pela força — e não conseguiam compreender que a verdadeira soberania de Cristo se manifestava de forma mansa e simples.

Esse contraste fala diretamente ao nosso coração hoje.

Muitas vezes, esperamos que Deus se revele em eventos extraordinários, respostas imediatas ou grandes demonstrações de poder. Mas, frequentemente, Ele se manifesta no simples: em um momento de paz, em uma palavra, em um gesto de amor, em pequenas providências do dia a dia.

Reconhecer a soberania de Cristo é entender que Ele continua sendo Rei, mesmo quando não corresponde às nossas expectativas humanas. Ele reina na calma, na espera, naquilo que parece pequeno aos nossos olhos.

O jumentinho não diminuía a autoridade de Jesus — pelo contrário, revelava o tipo de Reino que Ele veio estabelecer: um Reino de humildade, justiça e amor.

Hoje, pare e reflita: você tem reconhecido Jesus apenas nos “grandes momentos” ou também nas pequenas coisas? Onde, na sua rotina, Ele tem demonstrado cuidado e presença, mas talvez você não tenha percebido?

 

Segunda-feira, 30 de Março de 2026 – Marcos 11:15-19  – Limpeza e propósito - PDF

“E vieram a Jerusalém; e Jesus, entrando no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo; e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam pombas. E não consentia que alguém levasse algum vaso pelo templo. E os ensinava, dizendo: Não está escrito: A minha casa será chamada, por todas as nações, casa de oração? Mas vós a tendes feito covil de ladrões. E os escribas e principais sacerdotes, tendo ouvido isto, buscavam ocasião para o matar; pois eles o temiam, porque toda a multidão estava admirada acerca da sua doutrina. E, sendo já tarde, saiu para fora da cidade.”

Quando Jesus entrou no templo, Ele não apenas viu pessoas vendendo e comprando; Ele viu algo mais profundo: um lugar que deveria ser dedicado a Deus havia perdido seu propósito. Aquilo que era para ser casa de oração havia se tornado um espaço dominado por interesses humanos.

Essa cena nos leva a uma pergunta importante: como está o templo do nosso coração?

Assim como o templo em Jerusalém, o nosso coração também foi criado para ser um lugar de comunhão com Deus. Porém, ao longo da vida, muitas coisas podem ocupar esse espaço: preocupações excessivas, orgulho, ressentimentos, distrações, ambições desordenadas e hábitos que nos afastam de Deus.

A atitude de Jesus no templo mostra que a limpeza espiritual às vezes exige ação firme. Ele virou mesas, expulsou o que estava fora de lugar e restaurou o propósito daquele espaço. Da mesma forma, Deus deseja purificar nosso interior, removendo aquilo que impede nossa vida espiritual de florescer.

Mas essa limpeza não é apenas sobre retirar o que é ruim é também sobre restaurar o propósito. O templo foi feito para ser casa de oração; nosso coração foi feito para viver em relacionamento com Deus, amar as pessoas e refletir Sua presença.

Quando permitimos que Deus purifique nosso coração os pensamentos se alinham com a verdade, as atitudes se tornam mais cheias de amor, prioridades voltam ao lugar correto e nossa vida passa a refletir o propósito para o qual fomos criados.

A purificação que Jesus traz não é destruição, é restauração. Ele remove o que nos afasta de Deus para reconstruir em nós um coração mais livre, mais sincero e mais dedicado.

Assim como Jesus entrou no templo em Jerusalém, Ele também deseja entrar no templo do nosso coração. Quando abrimos espaço para Ele agir, permitimos que Ele limpe o que precisa ser limpo e restaure em nós o verdadeiro propósito: sermos uma casa de oração, fé e presença de Deus.

O que, hoje, Jesus talvez gostaria de remover do “templo” do seu coração para restaurar o propósito que Deus tem para sua vida?

 Terça-feira, 31 de Março de 2026 – Mateus 24: 1-14  -Vigilância e Sabedoria - PDF

"Jesus saiu do templo e, enquanto caminhava, seus discípulos aproximaram-se dele para lhe mostrar as construções do templo.  "Vocês estão vendo tudo isto? ", perguntou ele. "Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas".  Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram: "Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal   da tua vinda e do fim dos tempos? "

 Jesus respondeu: "Cuidado, que ninguém os engane.  Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo! ’ e enganarão a muitos.  Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares.

 Tudo isso será o início das dores. "Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa.  Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos.  Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim.  

Aprendamos com os discípulos, mesmo em suas fraquezas e limitações, uma coisa compreendiam, primeiro de tudo, é preciso aproximar-se de Jesus, buscar a sua presença, estar diante d'Ele, pois somente assim seremos capazes de aprender com seus ensinamentos, viver e respirar o seu amor para também amar com a mesma medida.

Jesus então nos deixa claro, é preciso ajuntar tesouros no céu, sim, pois neste mundo não sobrará nada, aqui estamos, mas não pertencemos, somos de Deus, no céu é o nosso lugar, aqui portanto, não sobrará pedra sobre pedra, o que vale de fato, são os valores e virtudes que cultivamos em nossa passagem por esta terra, isto é o que levamos, isto é o que deixamos, isto é o que seremos também na eternidade, onde, uma vez mais, poderemos nos aproximar de Cristo, estar em sua presença, com Ele contemplar obras celestes, e contemplá-lo em sua glória.

Estamos nos aproximando da passagem, passagem da morte para a vida, uma vida nova, que nos preparando para isso possamos então, nos aproximar de Cristo, sermos fortalecidos na fé, cultivar valores e virtudes, e nesta páscoa que marca essa passagem, sermos novas criaturas, novos em Cristo, de modo a já não mais vivermos com quem pertence ao mundo, mas pertence ao céu, e aqui neste mundo constrói obras celestes, verdadeiras obras a serem apreciadas.

Quarta-feira, 01 de Abril de 2026 - João 12:7–8 - Entrega e Adoração - PDF

“Jesus, entretanto, disse: Deixa-a! Que ela guarde isto para o dia em que me embalsamarem; porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes.”

Quando nós oferecemos a ele o nosso tempo, a nossa energia, os recursos e a nossa vida; se alguém se levantar para criticar, ele se levanta como o nosso defensor, 

confiem em Jesus e entregue aquilo de mais precioso que vocês têm aos pés dele para o serviço do Reino. 

Maria entregou seu servir a Jesus nessa passagem fala que ela enxugou o balsamo dos pés de Jesus com seus cabelos, e nós o que temos de mais precioso para oferecer a Cristo?

 Servir ao reino de Deus é amar e servir ao meu próximo que necessita.

Quinta-feira, 02 de Abril de 2026 - Lucas 23:32-49 - O Sacrifício perfeito - PDF

“Quando chegaram ao lugar (...), lá o crucificaram com os malfeitores (...). Jesus dizia: ‘Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem!’ (...). E os chefes zombavam, dizendo: ‘A outros salvou. Salve-se a si mesmo, se ele é o Cristo de Deus, o eleito!’ (...). Também os soldados caçoavam dele e, aproximando-se, (...), diziam: ‘Se tu és o rei dos judeus, salva-te a ti mesmo!’ (...). Um dos malfeitores ali suspensos blasfemava contra ele: ‘Não és tu o Cristo? Salva-te a ti mesmo e a nós!’ (...). Era por volta da sexta hora, e houve trevas sobre a terra inteira, até a hora nona (...). O véu do santuário rasgou-se ao meio. Exclamando com voz forte, Jesus disse: ‘Pai, em tuas mãos entrego meu espírito’. E, dito isso, expirou.”

A aliança natural de Deus com a humanidade fora quebrada temporariamente, a partir do pecado original; dessa forma, foi reestabelecido ao redimir-se de tal culpa. Contudo, essa reconciliação acontece na entrega de um sacrifício, o maior deles: 

O Verbo Encarnado, Jesus, entregou-se por inteiro, diante de dores, flagelações, zombarias, humilhações e traição, a cada um de nossos corações. O Filho do Homem, que em teu infinito poder conseguiria utilizar-se de qualquer forma para se fazer presente e fazer justiça, mostrou que acima de tudo está o amor, infinito e puro, de entrega, de testemunho, perdão, remissão, salvação. 

Como são limitados nossos corações, não compreendemos a essência do martírio, algo que parece fraqueza e incapacidade. Ali, na cruz, o cordeiro perfeito se entregou, sofreu, se humilhou para que a profecia se concretizasse e fôssemos salvos pelo seu sacrifício.

 Que possamos contemplar seu suplício e unirmo-nos a ele, entregando-nos por inteiro àquele que se entregou por nós.

Sexta-feira, 03 de Abril de 2026 – Mateus 27:57-66 – O Silêncio e a Esperança - PDF

"Então José pegou o corpo, enrolou num lençol novo de linho e o colocou no seu próprio túmulo, que há pouco tempo havia sido cavado na rocha.  Depois rolou uma grande pedra para fechar a entrada do túmulo e foi embora. Maria Madalena e a outra Maria estavam ali, sentadas em frente do túmulo."

Depois da crucificação de Jesus, parece o "fim". Mas duas mulheres permanecem no silêncio (Maria Madalena e a outra Maria - mãe de Tiago e José). Elas não têm respostas.

Elas não sabem o que acontecerá, elas não sabem que o "fim" é na verdade um "recomeço". Elas apenas permanecem. Essa é a esperança cristã: nasce no escuro, cresce no silêncio e se revela no tempo certo. É fácil confiar quando tudo funciona, difícil é confiar nos momentos de silêncio e escuridão das nossas vidas. Saibamos que Deus também trabalha quando tudo parece parado, por isso os silêncios são preparações e não ausência! As duas Marias permaneceram na fé, tiveram esperança e acreditaram sem ver. E você? Você confia genuinamente n'Ele?.


Sábado, 04 de Abril de 2026 – João 20:13-18 – A Vitória Final - PDF

E disseram-lhe eles: Mulher, por que choras? Ela lhes disse: Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram. E, tendo dito isto, voltou-se para trás, e viu Jesus em pé, mas não sabia que era Jesus. Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? Ela, cuidando que era o jardineiro, disse-lhe: Senhor, se tu o levaste, dize-me onde o puseste, e eu o levarei. Disse-lhe Jesus: Maria! Ela, voltando-se, disse-lhe: Raboni, que quer dizer: Mestre. Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, porque ainda não subi para meu Pai, mas vai para meus irmãos, e dize-lhes que eu subo para meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus. Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor, e que ele lhe dissera isto."

Essa passagem nos coloca diante de um jardim, na madrugada, quando ainda é escuro. E assim também, estava o coração do povo, triste e sem rumo, desamparados, por que ainda não viam a morte de Jesus como o começo de um novo tempo, um tempo de amor e esperança renovada.

 Maria Madalena representa todas as pessoas que estão no escuro, em busca de ver uma luz que as leve a um lugar de paz e amor. Maria também, confunde Jesus com um jardineiro, embora ela tenha errado, acertou.

 De fato, Jesus apresenta-se como um jardineiro para plantar em sua alma a Fé, a fim de que florescesse nela e assim pudesse cumprir a missão de anunciar o Evangelho da Ressurreição. 

Domingo, 05 de Abril de 2026 – João 20:19-21 –De testemunha a testemunho- PDF

"No mesmo dia, sendo o primeiro da semana, estando as portas fechadas onde os discípulos se tinham reunido, por medo dos judeus, veio Jesus, e pôs-se no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco. E, quando isto disse, mostrou-lhes as mãos e o lado. Os discípulos alegraram-se, vendo o Senhor. Jesus, pois, disse-lhes outra vez: Paz seja convosco; assim como o Pai me enviou, também eu vos envio."

Essa semana vivemos uma jornada e hoje chegamos aqui.

Mas perceba: os discípulos, neste domingo de ressurreição, estavam com as portas fechadas. Com medo. Mesmo depois de ouvirem o relato de Maria, permaneciam escondidos. A notícia da ressurreição ainda não havia se tornado vida dentro deles.

E Jesus não esperou que eles saíssem. Ele entrou. Atravessou portas fechadas, atravessou o medo, atravessou a dúvida e se pôs no meio deles. Não para cobrar, não para repreender a falta de fé, mas para dizer: "Paz seja convosco."

Essa é a primeira palavra do Ressuscitado para uma comunidade com medo: paz.

Mas Ele não para na paz. Ele mostra as mãos e o lado as marcas da cruz. Como se dissesse: o que vocês viram não foi derrota. Foi o caminho. E então vem o envio: "Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio."

Tudo que vivemos nesta semana a humildade, a purificação, a vigilância, a entrega, o sacrifício, o silêncio não foi para nos deixar contemplando um túmulo vazio. Foi para nos preparar para sair pela porta.

Você vai voltar para a sua rotina. O trabalho, a família, os problemas que ficaram no domingo passado eles vão estar lá. Mas algo mudou.

Você passou por uma semana que te ensinou a reconhecer Jesus no simples, a abrir o coração para limpeza, a perseverar sem respostas, a entregar sem reservas, a confiar no silêncio e a enxergar que a morte nunca é o fim quando Deus está no centro da história.

Carregue isso.

Carregue a paz que Jesus trouxe para dentro do seu medo. Carregue as marcas, não como trauma, mas como testemunho. E carregue o envio: você foi encontrado pelo Ressuscitado para que outros também O encontrem.

A Páscoa não é um dia. É uma postura. É viver como alguém que sabe que o túmulo está vazio e que, por isso, nenhuma situação da sua vida tem a última palavra, somente Deus.

Que você viva como ressuscitado hoje e sempre.

"Paz seja convosco. Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio." João 20:21


sábado, 21 de março de 2026

Devocional do período de 22 a 28 de Março

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Domingo, 22 de Março de 2026 – João 15:3,4 – Ligados a videira verdadeira - PDF

"Vocês já estão limpos, pela palavra que lhes tenho falado. Permaneçam em mim, e eu permanecerei em vocês. Nenhum ramo pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira. Vocês também não podem dar fruto, se não permanecerem em mim." (João 15:3,4)

Jesus revela duas verdades profundas nesses versículos: purificação pela palavra e vida espiritual pela permanência Nele. Primeiro, Ele afirma que os discípulos estavam “limpos” por causa da palavra que receberam. A palavra de Deus tem o poder de transformar, corrigir e purificar o coração. Quando ouvimos e praticamos o que Deus diz, nossa vida começa a ser alinhada com a vontade Dele. Depois, Jesus usa a imagem da videira, assim como um ramo só vive se estiver ligado ao tronco, o cristão só produz frutos espirituais se estiver conectado a Cristo. Sem essa conexão diária, nossa fé se torna fraca e estéril.

 

Segunda-feira, 23 de Março de 2026 – João 15, 16 – Eu te escolhi - PDF

“Não fostes vós que me escolhestes, mas eu vos escolhi e vos constitui para que vades e produzais fruto, e vosso fruto permaneça.” (João 15, 16)

Embora seguir a Deus passa por uma escolha nossa, antes mesmo de sermos capazes de escolhe-lo, Ele nos escolheu, sim, somos escolhidos, chamados por um Deus de amor, à amar da mesma forma, somos escolhidos para a transformação, do que diz respeito a nossa própria vida, mas também a vida do outro, Ele nos chamou não por sermos melhores nem tampouco mais capazes, mas porque nos ama, e quer agir em nós, para nos conquistar com esse amor.

 

Terça-feira, 24 de Março de 2026 – João 16, 5-7 Despedida - PDF

"Porém agora eu vou para junto daquele que me enviou. E nenhum de vocês me pergunta: "Aonde é que o senhor vai?" Mas, porque eu disse isso, o coração de vocês ficou cheio de tristeza. Eu falo a verdade quando digo que é melhor para vocês que eu vá. Pois, se não for, o Auxiliador não virá; mas, se eu for, eu o enviarei a vocês." (João 16, 5-7)

Jesus queria que os discípulos enxergassem o propósito, missão e a sua vitória superando a morte e nos dando a vida eterna. Nos ensina que muitas vezes aquilo que nos parece perda, na verdade é preparação para algo maior, mais profundo, mais glorioso, a vida eterna.        

Quarta-feira, 25 de Março de 2026- João 16:12–13 Preparado para Ele! - PDF

“Tenho ainda muito que dizer, mas vocês não o podem suportar agora. Quando, porém, o Espírito da verdade vier, ele os guiará a toda a verdade.” (João 16, 12-13)

Quando Ele vier saberemos mas para isso precisamos manter nosso coração e nosso olhar para Deus para estar preparado para recebê-lo, e disposto para seguir com Ele.

Quinta-feira, 26 de Março de 2026 - João 18:5-9 - A quem buscais? - PDF

“(...)Também Judas, que o entregava, estava com eles. Quando lhes disse: "Sou eu", recuaram e caíram por terra. Então lhes perguntou novamente: "A quem buscais?" Eles disseram: "A Jesus. o nazareno". Respondeu Jesus: "Já vos disse que sou eu" Se é a mim que buscais, deixais estes irem!" Disse isso para que se cumprisse a palavra que dissera: "Não perdi nenhum daqueles que me deste". (João 18:5-9)

No início da Paixão de Jesus, Judas encaminha os guardas para que busquem e capturem Jesus, até sua crucificação. Hoje temos a possibilidade de buscar Jesus para a salvação que nos foi prometida.

Sexta-feira, 27 de Março de 2026 – João 18:1-3 – Traição de Judas - PDF

“Tendo Jesus dito estas palavras, saiu juntamente com seus discípulos para o outro lado do ribeiro Cedrom, onde havia um jardim; e aí entrou com eles. E Judas, o traidor, também conhecia aquele lugar, porque Jesus ali estivera muitas vezes com seus discípulos.” (João 18:1-3).

Momento de angustia e dor, pois Jesus sabia que a hora estava chegando e que a traição de Judas, causaria depois, muita dor e sofrimento, mas assim estava escrito a profecia para a salvação da humanidade.

Sábado, 28 de Março de 2026 – João 18: 19 – 21 – Uma só Verdade - PDF

"O Grande Sacerdote fez algumas perguntas a Jesus a respeito dos seus seguidores e dos seus ensinamentos. E Jesus respondeu: — Eu sempre falei a todos publicamente. Ensinava nas sinagogas e no pátio do Templo, onde o povo se reúne, e nunca disse nada em segredo. Então, por que o senhor está me fazendo essas perguntas? Pergunte aos que me ouviram, pois eles sabem muito bem o que eu." (João 18, 19-21)

Quando Jesus fora questionado o que ele ensinava e quem era seus seguidores, Ele não hesitou em dizer que nunca fez nada escondido quando parava para ensinar e divulgar as boas novas do Reino de Deus para os seus discípulos. A verdade nunca fica escondida ou oculta, a verdade sempre será clara e evidente.


sexta-feira, 13 de março de 2026

Devocional do período de 15 a 21 de Março

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Domingo, 15 de Março de 2026 – João 13, 13-15 – Servir - PDF

"Vocês me chamam Mestre e Senhor, e com razão, pois eu o sou. Pois bem, se eu, sendo Senhor e Mestre de vocês, lavei-lhes os pés, vocês também devem lavar os pés uns dos outros. Eu lhes dei o exemplo, para que vocês façam como lhes fiz." (João 13, 13-15)

Neste momento, Jesus faz algo surpreendente: o Mestre se coloca na posição de servo. Na cultura da época, lavar os pés era uma tarefa reservada aos servos mais humildes. Mesmo assim, Ele se ajoelha diante de seus discípulos e os serve lavando seus pés. Isso revela uma verdade profunda do Reino de Deus: liderança no reino é serviço, não posição. Jesus não apena ensinou sobre humildade, Ele demonstrou. Ao lavar os pés dos discípulos, Ele mostrou que o amor verdadeiro se expressa em atitudes práticas, simples e muitas vezes invisíveis.

 

Segunda-feira, 16 de março de 2026 - João 13, 30 - A escolha da lealdade - PDF

"E, tendo recebido o bocado, saiu logo. E era noite." (João 13, 30)

A saída de Judas representa a escolha de se afastar da Luz para caminhar na escuridão. Jesus oferece a mesa e o pão para todos, mas a decisão de permanecer em comunhão é nossa. Que sua escolha seja permanecer ao lado de Cristo, onde há clareza e propósito, evitando os caminhos que nos levam para a noite.

Terça-feira, 17 de Março de 2026 – João 13, 34-35 - Amar ao próximo - PDF

"Eu lhes dou este novo mandamento: amem uns aos outros. Assim como eu os amei, amem também uns aos outros. Se tiverem amor uns pelos outros, todos saberão que vocês são meus discípulos." (João 13, 34-35)

Nessa passagem Jesus no ensina a amar ao próximo, sem ver a quem, sem esperar nada em troca, mesmo aquele que muitas vezes nos ferem com palavras e em atitudes, como Judas fez a Jesus. Essa mensagem de amor nos faz refletir, o Amor não depende do reconhecimento do outro e sim quando você reconhece o amor em alguém, você consegue enxergar o amor de Cristo no outro.                           

Quarta-feira, 18 de Março de 2026- João 13, 36–38- O tamanho do nosso amor e da nossa fé! - PDF

“Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, para onde vais? Jesus lhe respondeu: Para onde eu vou não podes agora seguir-me, mas depois me seguirás. Disse-lhe Pedro: Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a minha vida. Respondeu-lhe Jesus: Tu darás a tua vida por mim? Na verdade, na verdade te digo que não cantará o galo enquanto não me tiveres negado três vezes.” (João 13, 36-38)

Ele já sabia que nos momentos difíceis nós negaríamos? Mantemos firmes o nosso amor e a fé quando tudo parece estar em desordem? Seu amor por nós é infinito e sempre estará lá, mas Ele quer que nós também estejamos, possamos estar firmes e que cumpramos nosso propósito sempre por Ele e com Ele.

Quinta-feira, 19 de Março de 2026 - João 14, 1-3 - "Na casa de meu Pai, há muitas moradas" - PDF

“Não se agite vosso coração! Credes em Deus. Crede também em mim! Na casa de meu Pai, há muitas moradas. Se assim não fosse, eu vos teria dito, porque vou para preparar-vos um lugar. Quando eu tiver ido e vos tiver preparado um lugar, virei novamente e vos levarei para junto de mim, a fim de que, onde eu estiver, estejais também vós.” (João 14, 1-3)

Jesus fez sua promessa de preparar nosso lugar e voltar para nos levar junto d’Ele. Que diante dessa promessa, estejamos nos preparando todos os dias para tomemos a morada eterna ao lado do Senhor.

Sexta-feira, 20 de Março de 2026 – João 12, 16-18 – Espirito da Verdade - PDF

“Não vou deixá-los abandonados, mas voltarei para ficar com vocês. Daqui a pouco o mundo não me verá mais, mas vocês me verão. E, porque eu vivo, vocês também viverão.” (João 12, 16-18)

Jesus promete enviar o Espírito Santo, chamado de Defensor, para estar com os crentes para sempre. Ele é o "Espírito da Verdade", que o mundo não pode receber, mas que habita nos que creem.

Sábado, 21 de Março de 2026 – João 14, 19-21 – Ele estará presente - PDF

"Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." (João 14, 19-21)

Aproximando o tempo de sua partida, Jesus prepara os teus discípulos e os avisa que não deixará órfãos, pelo contrário, vos garante que estará presente e operante em espírito. E ele também nos lembra que pra que nós vivamos, Ele vive.  Contudo, só o amor garante a presença e o amor de Jesus nos seus discípulos e em nós, e esse amor deve ser de sincero e de expressões concretas.


sábado, 7 de março de 2026

Devocional do período de 08 a 14 de Março

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Domingo, 08 de Março de 2026 – João 11, 25-26 - Eu sou a ressurreição e a vida. - PDF

"Disse-lhes Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim não morrerá eternamente. Você crê nisso?" (João 11, 25-26)

Há momentos na vida em que tudo parece perdido. Marta estava vivendo exatamente isso: a dor da perda do irmão, o sentimento de que era tarde demais. Foi nesse cenário de tristeza que Jesus declarou algo extraordinário: “Eu sou a ressurreição e a vida.” Jesus não disse apenas que traria ressurreição — Ele afirmou que Ele mesmo é a ressurreição. Isso significa que a esperança do cristão não está em circunstâncias, diagnósticos ou no que os olhos veem, mas na pessoa de Cristo. Quando Jesus diz: “Aquele que crê em mim, ainda que morra, viverá”, Ele aponta para a vida eterna. A morte física não é o fim para quem crê nele. Existe uma vida que vai além do tempo, além da dor e além do túmulo. Mas Jesus termina com uma pergunta pessoal e direta: “Você crê nisso?” Essa pergunta atravessa os séculos e chega até nós hoje. A fé não é apenas conhecer uma verdade bíblica; é confiar nela de todo o coração. Crer em Jesus é descansar na certeza de que, mesmo quando tudo parece morto — sonhos, esperança ou forças — Ele ainda tem poder para trazer vida.

 

Segunda-feira, 09 de Março de 2026 – João 11, 35 – Deus se importa - PDF

"Jesus chorou." (João 11, 35)

No versículo mais curto da bíblia vemos a humanidade e o poder de Jesus. Ele não apenas ressuscita o morto, mas chora com os que sofrem. Isso nos ensina que Deus não é indiferente à nossa dor. Ele se aproxima, sente conosco e tem o poder de trazer vida onde tudo parece estar perdido. Confie que Ele ouve o seu clamor hoje.

Terça-feira, 10 de Março de 2026 – João 11, 50 - Nos amou até a morte - PDF

"Nem considerais que vos convém que morra um só homem pelo povo, e que não pereça toda a nação” (João 11, 50)

Como Deus em sua perfeição trabalha bem todas as coisas, na passagem o sumo sacerdote acredita que a morte de Jesus impedirá Roma de dizimar o povo, logo vale o sacrifício de um só, mal sabia Ele que de fato Cristo veio pelo sacrifício, mas um muito maior, salvar toda a humanidade, não atoa Jesus suplica na cruz, "Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem", pois de fato o que fizeram era o que deveria acontecer, mas nós em nossa humanidade frágil não compreendíamos o tamanho do milagre, Jesus de fato veio ao mundo para que o seu sacrifício nos salvasse, e que toda a humanidade não perecesse, glória ao nosso bom Deus que em sua infinita misericórdia, nos amou até a morte de cruz.                              

Quarta-feira, 11 de Março de 2026- João 12:46 - Ele é a luz da minha vida! - PDF

“Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas.” (João 12, 46)

Ele veio para nos salvar e nos guiar, é a voz D’Ele que devemos ouvir e seguir, se escutamos e seguimos outras vozes nos perdemos foi por isso que Deus o mandou para ser sal e luz do mundo em nossas vidas. Que escutemos então a voz de quem nos ensina a AMAR, pois nos AMOU primeiro.

Quinta-feira, 12 de Março de 2026 – João 12, 12-15 – A profecia se cumpre - PDF

"No dia seguinte, a grande multidão que viera para a festa, tendo ouvido que Jesus estava vindo a Jerusalém, tomou ramos de palmeiras e saiu e saiu a seu encontro chamando: "Hosana! Bendito aquele que vem em nome do Senhor! O Rei de Israel". Jesus tendo encontrado um jumentinho, sentou-se sobre ele conforme está escrito (...)." (João 12, 12-15)

Assim como o profeta Zacarias havia deixado nas escrituras, Jesus chega à Jerusalém em um jumentinho. Humilde, sem honrarias, mas cumprindo a profecia e pronto para se entregar pelo seu povo.

Sexta-feira, 13 de Março de 2026 - João 12: 24 - Cultivo e colheita - PDF

"Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto." (João 12: 24)

João afirma que para alcançar a vida plena e frutificar espiritualmente é necessário sacrifício e renúncia ("o morrer do grão"). Ao renunciarmos da "vida terrena" é o momento de abandonarmos o egoísmo e cultivarmos sementes para germinar em uma "vida fértil" em Deus.

Sábado, 14 de Março de 2026 – João 13, 6-8 - Ato de servir - PDF

"Ainda um pouco, e o mundo não me verá mais, mas vós me vereis; porque eu vivo, e vós vivereis. Naquele dia conhecereis que estou em meu Pai, e vós em mim, e eu em vós. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda esse é o que me ama; e aquele que me ama será amado de meu Pai, e eu o amarei, e me manifestarei a ele." (João 13, 6-8)

Aproximando o tempo de sua partida, Jesus prepara os teus discípulos e os avisa que não deixará órfãos, pelo contrário, vos garante que estará presente e operante em espírito. E ele também nos lembra que para que nós vivamos, Ele vive.  Contudo, só o amor garante a presença e o amor de Jesus nos seus discípulos e em nós, e esse amor deve ser de sincero e de expressões concretas.


sábado, 28 de fevereiro de 2026

Devocional do período de 01 a 07 de Março

  Contato: missaocristaacmsorocaba@gmail.com

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Domingo, 01 de Março de 2026 – João 5: 16,17 - A Lei de Deus - PDF

"E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também." (João 5, 16-17)

Que nós possamos sempre recordar desse versículo como um lembrete: Quando Deus precisa intervir em nossas vidas, não importa aonde você está e nem qual horário é, Ele vai te encontrar e trazer a mudança que sua vida necessita.

 

Segunda-feira, 02 de Março de 2026 – Salmos 100, 1-2 – Gratidão em todo tempo - PDF

" Celebrai com júbilo ao Senhor, todas as terras. Servi ao Senhor com alegria; e apresentai-vos a ele com canto." (Salmos 100, 1-2)

Começar a semana reconhecendo a bondade de Deus muda nossa perspectiva sobre os desafios que virão. O convite do salmista é para um serviço alegre, não por obrigação, mas por gratidão. Lembre-se que o Senhor é bom e a sua fidelidade dura para sempre.

Terça-feira, 03 de Março de 2026 – João 10, 4 – Uma só voz - PDF

"Depois de conduzir todas as suas ovelhas para fora, vai adiante delas; e as ovelhas seguem-no, pois lhe conhe­cem a voz." (João 10, 4)

As ovelhas são aquelas que seguem a um só pastor, não se deixam ser conduzidas ou nem se confundem com outras vozes senão a do seu pastor, da mesma forma, somos chamados a ser ovelhas, que seguem fielmente a uma só voz, e não se deixam ser confundidos pelas vozes do mundo que tentam nos roubar, eis a única voz que vai adiante nossos passos e nos conduz à vida, Jesus.                                                                                                    

Quarta-feira, 04 de Março de 2026 – João 10, 9-10 – Porta do Céu - PDF

"Eu sou a porta; se alguém entrar por mim, salvar-se-á, e entrará, e sairá, e achará pastagens. O ladrão não vem senão a roubar, a matar, e a destruir; eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância." (João 10, 9-10)

Jesus nos ensina, Ele é o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por Ele, logo, para alcançarmos o céu, é preciso seguí-lo, ainda que seu caminho seja um caminho de cruz, todo aquele que foge a cruz, foge também da vida eterna ao seu lado, que possamos com coragem, seguir o bom pastor, caminhar rumo a cruz, e alcançar o céu ao passar pela porta que é Cristo

Quinta-feira, 05 de Março de 2026 – João 10, 14-15 – “Sou eu o bom pastor” - PDF

"Sou eu o bom pastor, conheço minhas ovelhas, e minhas ovelhas me conhecem, assim como o Pai me conhece, e eu conheço o Pai e dou minha vida em favor das ovelhas." (João 10, 14-15)

Jesus é claro ao dizer que nos conhece. Ao entregarmos nossa vida à cristo, temos a certeza de que seremos conduzidos pelo caminho correto em direção ao Pai e apenas Ele é capaz de tomar conta das nossas vidas com maior e verdadeiro amor.

Sexta-feira, 06 de Março de 2026 – João 10: 25-28 - Confiança que traz segurança - PDF

"Jesus respondeu: — Eu já disse, mas vocês não acreditaram. As obras que eu faço pelo poder do nome do meu Pai falam a favor de mim, mas vocês não creem porque não são minhas ovelhas. As minhas ovelhas escutam a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e por isso elas nunca morrerão." (João 10: 25-28)

Jesus é firme em suas palavras quando o povo o questiona sobre ser ou não o Messias. Quando Ele fala das ovelhas que escutam, vemos que no meio de tanto barulho, quem realmente presta atenção na voz d’Ele encontra direção e segurança. E o mais forte é isso: estar nas mãos de Jesus é estar seguro de verdade. Não é sobre uma vida sem problemas, mas sobre uma vida que ninguém pode retirar do cuidado e do amor GENUÍNO de Deus.

Sábado, 07 de Março de 2026 – João 11, 1-4 – Ele pode todas as coisas - PDF

" Estava, porém, enfermo um certo Lázaro, de Betânia, aldeia de Maria e de sua irmã Marta. E Maria era aquela que tinha ungido o Senhor com unguento, e lhe tinha enxugado os pés com os seus cabelos, cujo irmão Lázaro estava enfermo. Mandaram-lhe, pois, suas irmãs dizer: Senhor, eis que está enfermo aquele que tu amas. E Jesus, ouvindo isto, disse: Esta enfermidade não é para morte, mas para glória de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado por ela." (João 11, 1-4)

Para tudo há um propósito, até mesmo para a morte, pois também pela dor se une famílias, se fortalece laços, se resgata almas para o céu, a morte para nós cristãos, não é o fim, mas a passagem para algo melhor, para uma glória eterna, a morte para nós, é o que nos une ao Amado.